O depoimento do coronel Reginaldo Leitão, chefe de Inteligência da PMDF durante os atos do dia 8 de janeiro, foi adiado devido a um atestado médico. Em seu lugar, a CPI ouvirá Saulo Moura da Cunha, ex-diretor-adjunto da Abin, como testemunha. O presidente da CPI, o deputado distrital Chico Vigilante, afirmou que o coronel será ouvido em outra oportunidade.
Saulo Moura da Cunha, ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), prestará depoimento no lugar do coronel. A CPI dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa (CLDF) convocou o coronel Reginaldo Leitão para depor em 26 de outubro. No entanto, o chefe do Centro de Inteligência da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) apresentou um atestado médico e ficará afastado das funções até 30 de outubro.
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A CPI dos Atos Antidemocráticos tem como objetivo investigar as manifestações ocorridas em 8 de janeiro deste ano. O grupo de WhatsApp que circulava informações sobre os atos de 8 de janeiro é um dos principais alvos da CPI.
O depoimento do coronel Reginaldo Leitão, chefe de Inteligência da PMDF durante os atos do dia 8 de janeiro, foi adiado devido a um atestado médico. Em seu lugar, a CPI ouvirá Saulo Moura da Cunha, ex-diretor-adjunto da Abin, como testemunha.
— Chico Vigilante (@Chico_vigilante) October 16, 2023
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