Há membros da equipe econômica e da política que enxergam uma chance possível de acontecer como uma ação necessária para o país atravessar com segurança o ano de 2021
Ao contrario da fala do presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (5), de que o país está “quebrado”, de acordo com integrantes da equipe econômica, a união é capaz de realizar pagamentos, mas a situação financeira deste ano é bastante delicada e o espaço orçamentário para qualquer ideia é muito limitado, não deixando espaço para novas políticas públicas.
Além das reformas e das PECs fiscais, que dependem da rotina da política, passa por manter o teto de gastos, mas também por conter despesas obrigatórias, sendo assim, vistas como solução.
Nessa situação, começa o debate sobre o contingenciamento. Há membros da equipe econômica e da política que enxergam uma chance possível de acontecer como uma ação necessária para o país atravessar com segurança o ano de 2021.
No inicio do governo, em 2019, a base econômica aplicou um corte superior a 30 bilhões de reais. Já em 2020, não houve necessidade de um contingenciamento.
Não há um Orçamento aprovado no Congresso Nacional para este ano. Então, o contingenciamento só poderá ser avaliado quando houver a aprovação da lei orçamentária e saírem os primeiros números da arrecadação deste ano.
Avaliando o pronunciamento do presidente, a equipe econômica avaliou com uma forma de expressar um ano difícil para a economia brasileira e até uma maneira de fortalecê-la, já que deixou claro que o país não poderá gastar.
Em resposta a CNN, um ministro da equipe política afirmou que na campanha presidencial de 2022 será preciso fazer um debate claro sobre os instrumentos fiscais, especialmente o teto de gastos, sob pena de o país se inviabilizar financeiramente.
*84 Notícias com informações da CNN

