BRB“Temos a responsabilidade de tirá-lo da zona vermelha”, diz Roosevelt Vilela ao articular aprovação de projeto do BRB

“Temos a responsabilidade de tirá-lo da zona vermelha”, diz Roosevelt Vilela ao articular aprovação de projeto do BRB

Deputado distrital foi peça-chave na votação de proposta que oferece R$ 6,6 bilhões em garantias para salvar a instituição de liquidação; texto segue para sanção

Com um posicionamento firme em defesa do Banco de Brasília, o deputado distrital Roosevelt Vilela (PL) foi um dos principais articuladores da aprovação do Projeto de Lei nº 2.175/2026 na sessão desta terça-feira (3), atuando diretamente ao lado do líder do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Hermeto (MDB).

Ao subir à tribuna da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Vilela enfatizou a gravidade da situação financeira da instituição, afirmando que a missão do parlamento era retirar o banco da “zona vermelha”. A medida aprovada permite que o Governo do Distrito Federal (GDF) utilize nove terrenos públicos como lastro para operações de crédito de até R$ 6,6 bilhões, atendendo a uma exigência direta do Banco Central.

A proposta atende a uma norma de prudência bancária e tem como objetivo principal evitar a liquidação total do Banco de Brasília (BRB), preservando assim uma instituição estratégica para a economia e a população do Distrito Federal.

Roosevelt não se limitou a votar “sim”, fez uma defesa contundente da medida, deixando explícita a gravidade do momento vivido pela instituição centenária ao lado do líder do governo, João Hermeto (MDB). “O que está em jogo nesse momento é o destino de um banco, um dos maiores pilares do povo brasiliense, o qual temos que ter a responsabilidade de tirá-lo da zona vermelha de liquidação. Votar contra essa proposta é matar o BRB e levar ao desemprego milhares de funcionários, além de ferir de morte dezenas de programas sociais bancados pelo BRB”, afirmou o deputado.

Sua intervenção foi considerada fundamental para consolidar o apoio necessário à matéria, aprovada em dois turnos por 14 votos a 10, após um extenso debate que durou quase cinco horas.

A atuação de Roosevelt Vilela demonstrou não apenas alinhamento com a pauta econômica do governo Ibaneis Rocha, mas sobretudo compromisso com a preservação de empregos, da estabilidade financeira e de iniciativas sociais que dependem diretamente do banco, como financiamentos habitacionais, crédito para servidores e programas de inclusão produtiva.

Agora sancionado pelo governador, o projeto abre caminho para a recapitalização da instituição e o cumprimento das normas impostas pelo Banco Central, evitando um desfecho que poderia comprometer seriamente a economia local.

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