A confirmação de óbito no animal aconteceu em área de mata na Região Administrativa.
Após um morte de macaco por febre amarela em São Sebastião, a Secretaria de Saúde montou uma estratégia em um campo de bloqueio vacinal na cidade. Em quatro dias, equipes de imunização da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica examinaram cerca de 695 cartões de vacina, onde um pouco mais da metade precisavam de outra dose.
A confirmação de óbito no animal aconteceu em área de mata na Região Administrativa. A Vigilância Epidemiológica, juntamente com uma equipe de imunização da Região de Saúde Leste, vistoriou as residências que ficam no perímetro de 300 metros do local onde o macaco infectado foi encontrado.
As equipes aproveitaram o momento para fazer o combate dos mosquitos Aedes aegypti e Haemagogus eSabethes (transmissores da febre amarela), fazendo o controle químico para a eliminar dos insetos, e buscando por mais macacos mortos.
Vacinação
- Sesc + Rabiscão reúne 150 ilustradores em feira de arte independente gratuita em Brasília
- Dia D de vacinação será neste sábado (22) em todo o país; imunização abrange 20 doenças
- InfoGripe: casos de SRAG seguem em queda no país
- Brasilienses de 12 anos são convidados para falar sobre IA e criptografia quântica em Harvard e MIT
- “Se dependesse do partido de Rollemberg, pessoas não teriam canabidiol”, afirma Rodrigo Delmasso ao Vozes da Comunidade
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde conta com a vacina contra febre amarela. Está disponível o ano inteiro e em todas as salas de vacinação do Distrito Federal.
A imunização é feita em crianças a partir de nove meses, reforçada aos 4 anos de idade. Maiores de 5 anos até 59 anos devem receber apenas uma dose. As gestantes, mulheres que amamentam bebês de até seis meses, pessoas com imunossupressão e com mais de 60 anos precisam de avaliação medica para tomar a vacina.

