Na última sexta-feira (28), profissionais da área da saúde (Fiocruz Brasília) efetuaram mais ação no Setor Comercial Sul – SCS, para atender um público específico. A equipe de atendimento a vulneráveis contou com a colaboração de uma profissional de serviço social e duas enfermeiras. As demandas foram destinadas a efetuar testes para Covid-19 e atender situações específicas de cada paciente.
Em alguns casos, os pacientes são encaminhados para uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A enfermeira Brenda Barros observa que é uma questão de redução de danos e empatia, com um atendimento diferenciado. “Isso para a gente chega como um desafio na busca de garantir os direitos desse público”. Na maioria dos casos têm questões de saúde mental, alcoolismo e abuso de drogas.
- União Progressista declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno e fecha questão nos estados
- Sesc Cultural inicia curso sobre Modernismo na Arte Brasileira
- OEA elogia eleições no Brasil, mas expressa preocupação com desinformação
- Outubro Rosa: Sesc-DF inicia campanha com exames e consultas gratuitas em Taguatinga
- Previsão de superávit comercial para 2026 é reduzida para US$ 84,4 bilhões
A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha ressalta que são três conjuntos de ações no Plano de Ação Interinstitucional. “Nos abrigos, os residentes fazem retaguarda especializada e são executados serviços de biossegurança, atendimentos individuais e atividades em grupo”. Essa parceria vem para garantir o cuidado integral desta população que já vive em situação de risco social.
Aqueles que não querem ser abrigados, têm apoio clínico assistencial. O público alvo conta ainda com apoio e orientação de voluntários de 21 organizações não-governamentais (ONGs). Além das unidades provisórias do Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Plano Piloto, e do Estádio Maria de Lourdes Abadia (Abadião), em Ceilândia, os profissionais atuam em outras frentes de acolhimento institucional.

