O programa educativo desenvolvido pelo Sesc-DF na itinerância da 36ª Bienal de São Paulo em Brasília alcançou a marca de 3 mil pessoas atendidas. A iniciativa oferece visitas mediadas gratuitas a escolas públicas e instituições sociais, com foco na democratização do acesso à arte contemporânea e na inclusão social.
O projeto segue com atividades abertas no Museu Nacional da República até o dia 30 de maio, contando com infraestrutura de acessibilidade e intérprete de Libras para o público.
Inclusão no Museu Nacional
As ações do programa buscam descentralizar a cultura no Distrito Federal por meio de agendamentos organizados:
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Público Prioritário: O Sesc-DF realiza o transporte gratuito de turmas de estudantes da rede pública de ensino e de integrantes de projetos sociais parceiros até o espaço expositivo.
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Aproximação com o Cotidiano: Durante as mediações conduzidas por arte-educadores, os visitantes debatem os materiais e os conceitos das obras, associando as linguagens artísticas às suas próprias realidades e vivências.
Conceito curatorial e reflexão
Com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung e André Pitol, esta edição da Bienal traz como proposta central repensar a humanidade como um verbo, ou seja, uma prática viva.
As visitas guiadas estimulam debates que usam a escuta ativa, o reconhecimento das assimetrias e a coexistência como bases para reimaginar as relações sociais contemporâneas através das criações artísticas.

