O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, manifestou apoio público à manutenção e recuperação do BRB). Para ele, a concessão de um empréstimo via Fundo Garantidor é a saída mais sensata para o mercado financeiro.
De acordo com informações da coluna Capital S/A, do Correio Braziliense, a Fecomércio-DF mantém uma relação estreita com a instituição, sendo responsável pelo pagamento da folha salarial de 2,6 mil funcionários do Sistema S (Sesc e Senac) através do banco público.
Custo da liquidação vs. recuperação
José Aparecido avalia que o custo social e econômico de uma eventual liquidação do BRB seria desastroso para o Distrito Federal. Em sua análise, o socorro financeiro é uma medida de proteção ao ecossistema produtivo da capital. “Para todo mundo, é melhor salvar o BRB. Para a população do DF, para o sistema financeiro, para o setor produtivo”, apontou o presidente da Fecomércio.
Ele reforçou que, para o mercado, é preferível que o Fundo Garantidor atue no suporte à instituição do que arcar com os prejuízos de mais um banco liquidado no país.
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Gesto de confiança e operação de caixa
Mesmo diante da crise enfrentada pelo banco, a Fecomércio-DF decidiu manter suas operações e investimentos na casa.
O presidente destacou que a entidade não registrou perdas e que confia na capacidade técnica da atual diretoria.
“Nós não perdemos centavo algum com o BRB. Nós operamos com o banco e continuaremos assim. Toda nossa folha salarial é paga por lá. O presidente do BRB, Nelson de Souza, nos passa muita confiança”, frisou Aparecido, classificando o gestor como um homem de “capacidade extraordinária”.
Aparecido lembrou que o banco executa 16 programas sociais fundamentais para a região.
O presidente fez questão de pontuar que defender a sobrevivência do banco não significa conivência com possíveis erros de gestão. “Quem esteve nas diretorias do banco que se defenda: e que sejam absolvidos ou condenados no fórum apropriado. Defender a salvação do BRB não significa ser conivente com o que tenha acontecido para desencadear essa crise”, explicou José Aparecido.

