EsporteCaiado abre Mundial de Motovelocidade em Goiânia e projeta impacto de R$ 870 milhões

Caiado abre Mundial de Motovelocidade em Goiânia e projeta impacto de R$ 870 milhões

Após 37 anos, capital goiana volta ao circuito da MotoGP com autódromo reconstruído e expectativa de atrair 150 mil pessoas no fim de semana.

O governador Ronaldo Caiado acompanhou a abertura histórica das atividades do Campeonato Mundial de Motovelocidade no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, nesta sexta-feira (20) e destacou o esforço para reinserir Goiás no calendário das grandes competições esportivas mundiais. “Nos dedicamos para ter uma pista totalmente reconstruída, com um sistema de monitoramento que é o mais sofisticado, onde cada paddock tem a sua estrutura montada, tem toda a telemetria, todo o acesso às informações e, ao mesmo tempo, também é um lugar aconchegante”, ressaltou com ênfase que a cidade volta a ser a capital da motovelocidade após 37 anos.

Apesar da manhã ter começado sob forte chuva, o tempo abriu e o cronograma da pista, a mais rápida do circuito, foi mantido. Acompanhado da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, o governador seguiu as primeiras sessões de treinos livres das categorias Moto3, Moto2 e MotoGP.

Ele ressaltou que a infraestrutura foi planejada para que as motos alcancem marcas históricas no domingo. “Temos a pista mais veloz em termos da reta de 1 quilômetro e 100 metros. Espero que, no domingo, eles [os pilotos] possam bater os 360 e partir para 370 km por hora”, afirmou.

Os primeiros treinos livres no Autódromo Internacional Ayrton Senna foram abertos com a Moto3, seguida pela Moto2 e MotoGP, em duas etapas.

A principal atração do dia entrou na pista para o primeiro Treino Livre da MotoGP, que tem um segundo treino decisivo marcado para o final da tarde.

A etapa já inicia a definição do grid, com os pilotos que avançam diretamente para o Q2 (qualificação 2), que determinará a ordem de largada da corrida Sprint e o Grande Prêmio que acontece no domingo.

Segunda etapa do calendário, Goiânia recebe 22 pilotos, divididos em 11 equipes. Pioneira, a capital goiana foi a primeira a receber a categoria entre 1987 e 1989. “A gente está pronto, à disposição, oferecendo essa estrutura aqui que é impecável e que atende muito bem a Fórmula 1 também”, declarou o vice-governador Daniel Vilela. “O fluxo no aeroporto aumentou 300%, todos os hotéis lotados nas cidades vizinhas”, acrescentou.

A expectativa é que o Grande Prêmio de Goiás atraia mais de 150 mil pessoas ao longo do final de semana e movimente cerca de R$ 870 milhões nos setores de hotelaria, comércio, alimentação e serviços.

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