Comemorado neste dia 17 de maio, o Dia Mundial da Hipertensão Arterial foi instituído com o principal objetivo de conscientizar a população sobre os perigos reais de uma das condições médicas mais prevalentes e perigosas do mundo. Por não apresentar sintomas claros em seus estágios iniciais, a hipertensão é conhecida globalmente como uma “doença silenciosa”, o que atrasa o diagnóstico e agrava o quadro clínico de milhões de pacientes.
Diante da urgência do cenário e da relevância da data, o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), localizado em Uruaçu e administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed), uniu-se aos esforços do Governo de Goiás. A unidade reforça informações cruciais sobre os sintomas, tratamentos e os principais cuidados diários necessários para manter a saúde cardiovascular em dia.
Os riscos invisíveis da pressão alta
A falta de acompanhamento médico adequado e a ausência de tratamento para a hipertensão arterial podem atuar como gatilhos para complicações severas no organismo. De acordo com médicos e especialistas do HCN, os impactos da pressão descontrolada afetam múltiplos órgãos vitais.
“Quando bem tratada, a hipertensão reduz significativamente o risco de doenças no cérebro, nos olhos, no coração e nos rins. Por ser uma condição muito comum, merece atenção e acompanhamento contínuos”, alertam os profissionais do hospital. Entre as principais consequências de uma hipertensão negligenciada estão o Acidente Vascular Cerebral (AVC), o infarto agudo do miocárdio e a insuficiência renal crônica.
- Com mais de 15 mil inscritos, Semana S ocupa Taguaparque com ações de saúde e cultura no DF
- Em Goiás, Turismo tem terceira maior alta do país
- Simples Nacional: atualização dos limites de faturamento é correção de distorção, diz empresário paranaense
- Segurança pública a comitivas internacionais
- Turismo tem terceira maior alta do país em Goiás
Prevenção e Tratamento Contínuo
Mudar o estilo de vida é o primeiro passo para o combate à hipertensão. Médicos recomendam a redução drástica no consumo de sal, a prática regular de atividades físicas, uma alimentação rica em nutrientes e o abandono do tabagismo.
Além disso, para quem já possui o diagnóstico, a adesão rigorosa aos medicamentos prescritos faz toda a diferença. O tratamento contínuo não busca apenas estabilizar os níveis pressóricos temporariamente, mas contribui diretamente para ampliar de forma expressiva a qualidade e a expectativa de vida da população.

