A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que, em outubro de 2025, a bandeira tarifária será vermelha patamar 1, o que implica um acréscimo de R$4,46 a cada 100 kWh consumidos nas faturas de energia elétrica.
A decisão reflete a continuidade do baixo volume de chuvas no país, que reduz o nível dos reservatórios e limita a geração hidrelétrica, exigindo maior uso das usinas termelétricas.
A medida substitui a bandeira vermelha patamar 2, que vigorou nos últimos dois meses e tinha impacto tarifário ainda maior.
Bandeira tarifária
- Setor produtivo pressiona por atualização ampla dos limites de faturamento do Simples Nacional
- Redução da jornada de trabalho pode custar R$ 48,4 bilhões aos municípios brasileiros
- Dólar encerra última sessão aos R$ 4,89, em queda de 0,06%
- Ibovespa fecha último pregão em queda, aos 181.908 pontos
- Acordo Mercosul–UE deve impulsionar exportações brasileiras em US$ 1 bilhão no primeiro ano, projeta ApexBrasil
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para dar mais transparência ao consumidor sobre os custos da geração de energia elétrica no país. Sinaliza o custo variável da produção de acordo com fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, contribuição das fontes renováveis e a necessidade de acionar usinas mais caras, como termelétricas
Na bandeira verde, não há cobrança extra. Na amarela, aplica-se um acréscimo moderado. Já na vermelha, em seus dois patamares, o custo adicional é maior.
Com informações da Aneel

