Ele foi detido hoje em Uberlândia
O homem suspeito de ser o responsável pelo maior vazamento de dados do Brasil foi preso nesta sexta-feira (19), em Uberlândia, em Minas Gerais, durante a Operação Deepwater, da Polícia Federal (PF). A ação investiga a obtenção, divulgação e comercialização de dados de brasileiros, inclusive de diversas autoridades.
As investigações apuraram que, em janeiro último, por meio da internet, inúmeros dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas – tais como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e Cadastro de Pessoas Jurídicas (CNPJ), nome completo e endereço – foram ilicitamente disponibilizados.
LEIA TAMBÉM:
- Governo de SP fecha semana com mais de 7 milhões de doses da vacina do Butantan entregues ao Brasil
- Pré-sal atinge recorde de 73% da produção nacional de petróleo e gás
- STF mantém lei que proíbe reajuste para servidores até dezembro
- Psicanalista cria modelo de negócios para terapeutas que desejam empreender; confira
As informações poderiam ser adquiridas por meio do pagamento em criptomoedas. O megavazamento de dados foi revelado pelo Dfndr Lab, laboratório especializado em segurança digital da startup PSafe.
Foram colocados à venda, em fóruns na internet, mais de 223 milhões de CPFs, além de informações detalhadas como nomes, endereços, renda, imposto de renda, fotos, beneficiários do Bolsa Família e scores de crédito.
- Lula sinaliza otimismo em resolver o endividamento das famílias: “A solução vai ser boa”
- Faturamento da indústria avança 4,9% em fevereiro, aponta CNI
- INSS regulamenta telemedicina para perícia médica; veja como será o atendimento
- Resultado da lotofácil 3656 de quarta-feira (08/04/2026)
- Resultado da Loteria Federal 6055 de quarta-feira (08/04/2026)
“Após diversas diligências, a Polícia Federal identificou o suspeito pela prática dos delitos de obtenção, divulgação e comercialização dos dados, bem como um segundo hacker, que estaria vendendo os dados por meio suas redes sociais”, disse a Polícia Federal, em nota. A identidade do preso ainda não foi revelada.
No total, os policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva nos municípios de Petrolina (PE). As ordens judiciais foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
*Com informações da Agência Brasil

