A vice-governadora Celina Leão, reafirmou nesta segunda-feira (9), durante o 1º Encontro da Empregabilidade Feminina na Câmara dos Deputados, que a autonomia econômica é a principal porta de saída para mulheres em situação de violência. Acompanhando a comitiva da Secretaria da Mulher (SMDF), Celina destacou que o fortalecimento da rede de proteção passa, obrigatoriamente, pela garantia de renda e dignidade para as vítimas.
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O pilar da independência
Para Celina Leão, o suporte psicológico e jurídico oferecido pelo Estado precisa ser complementado pela inserção real no mercado de trabalho. Em seu discurso no simpósio, ela foi enfática ao ligar a economia à preservação da vida. “Uma mulher com emprego, renda e independência financeira tem mais condições de se libertar de relações abusivas e recomeçar a vida com dignidade. Essa ação fortalece uma política pública que salva vidas”, afirmou a vice-governadora.
Gestão focada em resultados
A atuação de Celina Leão à frente das políticas para mulheres no Distrito Federal tem se caracterizado pela criação de mecanismos práticos de emancipação. Entre as ações de destaque que compõem sua trajetória e reforçam sua fala no evento, estão:
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Mobilização por Cotas de Emprego: Articulação de acordos de cooperação técnica que reservam de 2% a 8% de vagas em contratos de serviços para mulheres em vulnerabilidade.
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Programa Acolher Eles e Elas: Liderança na implementação do auxílio financeiro para órfãos do feminicídio, garantindo que o ciclo de pobreza não se perpetue após a tragédia.
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Capacitação e Autonomia: Incentivo a programas de qualificação profissional que preparam mulheres para setores de alta empregabilidade, como a construção civil e a tecnologia.
Celina reforçou que, sob sua gestão, o foco continuará sendo transformar a assistência em oportunidade real. “Cuidar das mulheres é uma prioridade do nosso governo”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Trabalhamos para fortalecer cada vez mais as políticas públicas que promovem acolhimento, respeito e oportunidades. Nosso compromisso é garantir que todas as mulheres tenham acesso aos serviços e às ações que promovem autonomia, dignidade e inclusão.”

