O ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, sofreu uma nova derrota judicial. A 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) manteve a decisão que o condena por improbidade administrativa no âmbito da Operação Caixa de Pandora. O cenário de inelegibilidade nos tribunais, porém, não parece frear as ambições do político. Nos bastidores, Arruda já esnobou qualquer plano de disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados e declarou abertamente que seu foco para 2026 é o Palácio do Buriti.
Conforme publicou o Correio Braziliense, o ex-governador demonstrou total convicção em seu projeto majoritário e descartou o Legislativo. “Sou candidato a governador, não tenho plano B”, disse Arruda ao Correio após a divulgação de uma pesquisa de intenção de voto, cravando que sua única e verdadeira meta é pavimentar o caminho para tentar retornar ao comando do Distrito Federal.
A coleção de condenações de Arruda
A trajetória política de Arruda é marcada por uma coleção de sentenças e escândalos de grande repercussão que frequentemente o colocam na mira da Lei da Ficha Limpa. Os principais motivos para suas condenações incluem:
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Caixa de Pandora: O caso revelou um vasto esquema de corrupção, onde Arruda e aliados foram flagrados recebendo dinheiro em espécie desviado de contratos públicos, como o da empresa de call center Call Tecnologia.
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Falsidade Ideológica: O ex-governador foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por forjar recibos de doações, com datas retroativas, em uma tentativa de justificar os vídeos em que aparecia guardando maços de dinheiro do esquema de propina.
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Fraude em Obras Públicas: Arruda chegou a ser preso preventivamente por suspeita de integrar uma organização criminosa e fraudar licitações nas obras de reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha, alvo da Operação Panatenaico.
Apesar da bagagem jurídica pesada e das incertezas legais que o acompanham, o foco do ex-governador segue sendo o topo do poder no DF.
Com informações do Correio Braziliense e G1

