O Gabinete de Crise foi ativado para monitorar as condições climáticas adversas em São Paulo, reunindo representantes do Governo do Estado, concessionárias de serviços públicos, agências reguladoras, Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária.
Defesa Civil
A criação do Gabinete ocorreu nesta sexta-feira (11), em resposta às tempestades previstas pela Defesa Civil. Foto: Divulgação/Governo de SP
Diante da previsão de tempestades severas em várias regiões do estado, o Governo de São Paulo decidiu implementar o Gabinete de Crise no Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) para monitorar a situação a partir desta data.
O CGE emitiu um alerta, destacando que os municípios mais suscetíveis a essas intempéries incluem Presidente Prudente, Marília, Itapeva, Sorocaba e Registro, onde são esperados ventos fortes, granizo e condições que podem favorecer a formação de tornados.
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Em resposta a essa previsão, o Gabinete de Crise começou a operar presencialmente na sede da Defesa Civil. Sua equipe é composta por representantes do Governo de São Paulo, concessionárias de energia, água e gás, do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), além de agências reguladoras do estado, como Arsesp, SP Águas e Artesp, junto com o Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária.
Essa estrutura integrada foi estabelecida pela primeira vez em novembro de 2023, quando o estado enfrentou ventos fortes que resultaram em interrupções no fornecimento de energia por vários dias, especialmente na capital e na Grande São Paulo. Naquela ocasião, o Governo decidiu criar uma estrutura permanente para agilizar as respostas a emergências.
Atualmente, sempre que o CGE identifica uma ameaça climática significativa que possa colocar em risco a segurança da população, o Gabinete é acionado e permanece em alerta até que a situação seja normalizada.
Durante esse período, os membros do Gabinete têm a responsabilidade de facilitar a comunicação, a troca de informações e a coordenação das ações necessárias para assegurar a proteção da população.

