Consumidores devem estar atentos a qualquer inconsistência ou a presença de destinatários desconhecidos, que não estejam associados à loja ou à instituição financeira, antes de finalizar um pagamento.
O Procon-SP lançou um alerta para que os consumidores aumentem a cautela ao realizarem compras online, devido à identificação de uma nova fraude que altera o QR Code do Pix nas plataformas de pagamento. Essa mudança pode impactar também a função de pagamento via “copia e cola” do Pix.
Em vista disso, o Procon-SP aconselha que os consumidores não se limitem a verificar apenas o valor da compra antes de confirmar o pagamento via Pix. É fundamental que os dados do destinatário exibidos no aplicativo bancário sejam checados, garantindo que o nome e o CNPJ estejam corretos e correspondam à empresa onde a compra foi efetuada. Caso o pagamento seja feito por meio de uma instituição de pagamento, os dados devem estar em conformidade com a empresa ou instituição indicada no processo.
Se forem encontradas discrepâncias ou se um destinatário desconhecido for detectado, que não tenha relação com a loja ou a instituição responsável pela transação, o consumidor deve evitar concluir o pagamento. A verificação dos dados fornecidos pelo banco é uma etapa essencial para identificar possíveis alterações no QR Code ou no código Pix “copia e cola”.
MED 2.0: Novos prazos
- EBC marca presença em evento internacional sobre o futuro do futebol feminino
- Campanha promove participação de eleitores acima de 70 anos
- Mercado antecipa redução da Selic para 13,75%
- Com público de 30 mil pessoas, Sesc marca 80 anos com grande estrutura de serviços e show de Caetano Veloso no DF
- Ex-presidente José Sarney é internado com pneumonia
Caso o consumidor perceba que realizou um Pix para um destinatário diferente do relacionado à compra, a orientação é contatar imediatamente o banco ou a instituição de pagamento, informar sobre a fraude e solicitar a contestação da transação, além da devolução dos valores por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0).
Adicionalmente, o consumidor deve notificar a loja onde a compra foi realizada e manter todos os registros da operação, bem como dos contatos feitos com o fornecedor e a instituição financeira. Recentemente, o Banco Central ampliou os prazos de utilização do MED, tanto para consumidores quanto para lojistas, de 30 para 80 dias após o recebimento ou envio de uma transação equivocada.

