São PauloProjeto em Ubatuba oferece retratos profissionais para grupos minorizados e impulsiona a empregabilidade

Projeto em Ubatuba oferece retratos profissionais para grupos minorizados e impulsiona a empregabilidade

Idealizada por Maria Keka Peixoto, 3ª edição do "Vozes que Curam" une fotografia, bem-estar e identidade na Vila Caiçara para apoiar mães, pessoas negras e a comunidade LGBTI+

No dia 09 de maio, véspera do Dia das Mães, a Vila Caiçara, em Ubatuba, se transformará em um portal de acolhimento e expressão. O projeto Vozes que Curam chega à sua 3ª edição com uma missão clara: revelar histórias e projetar futuros por meio da imagem.

Criado por Maria Keka Peixoto, fotógrafa, arte-educadora e pessoa não binária o projeto nasceu de uma profunda experiência espiritual e evoluiu para uma iniciativa de impacto social. O foco é a valorização de DE&I (Diversidade, Equidade e Inclusão), oferecendo suporte estratégico para quem enfrenta barreiras históricas no mercado de trabalho. “Mais do que fotos, reconectamos às características de cada pessoa a sua identidade. Em um mundo visual, ter um retrato que transmita autoridade, poder e orgulho é o primeiro passo para ocupar novos espaços”, afirma Maria Keka.

Uma experiência de imersão e bem-estar

O evento, que acontece das 9h às 15h, oferece muito mais do que um ensaio fotográfico. Os 12 participantes selecionados terão acesso a um cronograma dedicado ao autocuidado e à escuta ativa:

Café Afetivo: Pães e bolos artesanais da Maria Farinha

  • Bem-estar: Sessões de escrita criativa, aromaterapia e com a Bhava BioCosméticos Livres.
  • Consultoria: Curadoria pré e pós-evento realizada por Maria Keka, garantindo que o retrato final seja uma ferramenta poderosa para currículos, portfólios e redes profissionais.

Trajetória e Impacto

Com passagens de sucesso por São Paulo e Ubatuba, o projeto já utilizou ferramentas como a psicoterapia e a consciência corporal para promover autonomia. A edição anterior contou com o apoio do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo e deu voz a diversos artistas trans.

A relevância do “Vozes que Curam” é confirmada pelos números: em menos de duas semanas de lançamento, a 3ª edição já ultrapassou as 32 mil visualizações nas redes sociais. Atualmente, a iniciativa é financiada de forma independente, mas Maria Keka já planeja a transição do projeto para uma fundação oficial.

 

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