A rede pública de saúde do Distrito Federal já conta com o novo método contraceptivo incorporado, recentemente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Implanon, implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, está disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs).
Ao todo, foram quase 10,1 mil unidades oferecidas pelo Ministério da Saúde ao DF. Inicialmente, o contraceptivo será ofertado a grupos prioritários.
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“Para alguns públicos, os métodos que haviam disponíveis até hoje não eram os mais indicados, seja porque apresentavam algum risco, seja porque realmente dependiam da usuária que, por qualquer motivo, não conseguia garantir o uso prescrito”, explica Viviane Albuquerque, referência técnica em Saúde da Mulher no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS) da Secretaria de Saúde (SES-DF).
A ampliação da população beneficiada acontecerá após o recebimento de novo quantitativo.
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Mais vantajoso
Assim como o DIU (dispositivo intrauterino), o Implanon é classificado como contraceptivo reversível de longa duração (LARC, na sigla em inglês). Por não depender de uso diário ou contínuo, como ocorre com anticoncepcionais orais ou injetáveis, é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo.
Além disso, a inserção é simples e rápida, feita por médicos e enfermeiros devidamente capacitados, apenas com anestesia local, aplicada na parte interna do braço. Após o procedimento, o dispositivo pode atuar no organismo por até três anos.

