Cerimônia está marcada para 7 de dezembro; a um mês do evento, casais inscritos já vivem a expectativa pelo grande dia
Faltando um mês para a 4ª edição do Casamento Comunitário de 2025, marcado para 7 de dezembro, os preparativos já estão em andamento, aumentando a expectativa entre os futuros noivos. Depois de edições realizadas em locais simbólicos da capital, como o Pontão do Lago Sul e a Concha Acústica, a cerimônia será realizada no Museu Nacional da República.
O Casamento Comunitário é um programa promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) que oferece a casais em situação de vulnerabilidade a oportunidade de oficializar a união de forma gratuita, com toda a estrutura e o cuidado que o momento exige.
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Apaixonados desde a adolescência, Yara Ferreira Silva, 36 anos, e Murilo Nascimento, 39, reafirmaram o amor ao lado dos três filhos e de familiares durante a terceira edição do Casamento Comunitário deste ano, realizada em setembro. A dona de casa e o motorista contaram que o desejo de casar sempre existiu, mas a preocupação com os gastos era um obstáculo para a oficialização da união. “Casar sempre foi um sonho, mas os custos, a burocracia e as prioridades com os filhos nos fizeram adiar por muito tempo. Com o Casamento Comunitário, pudemos realizar esse sonho com tudo a que tivemos direito”, contou Yara.
Enquanto isso, quem vive a expectativa pelo Casamento Comunitário com ainda mais intensidade é Jane da Cunha Silva, de 34 anos. A dona de casa se inscreveu no programa durante a edição do GDF Mais Perto do Cidadão em São Sebastião. Além da ansiedade para saber se será contemplada para oficializar a união com o vigilante Josenaldo Francisco da Silva, Jane espera Aurora, a primeira filha do casal. “Não vejo a hora de realizar dois grandes sonhos: casar com o companheiro de toda uma vida e dar à luz à nossa pequena”, contou, emocionada.
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Os casais interessados ainda podem participar da última edição de 2025. As inscrições são realizadas presencialmente em pontos de atendimento do DF, como o Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto, as Praças dos Direitos da Ceilândia (QNN 13) e do Itapoã (Quadra 203, Del Lago II), e a Estação Cidadania do Recanto das Emas (Quadra 113, Lote 09), além das edições do programa GDF Mais Perto do Cidadão, que ocorrem quinzenalmente em diferentes regiões administrativas.
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Para participar, o casal deve ser maior de idade, comprovar residência no DF, apresentar declaração de hipossuficiência e os documentos exigidos. Todas as informações estão disponíveis no site da Sejus. A expectativa é que mais cem casais oficializem suas uniões nesta edição, totalizando mais de 400 casamentos realizados ao longo de 2025 pelo programa.
O projeto oferece aos casais isenção de taxas cartoriais, produção completa para as noivas — com vestido, maquiagem e penteado inclusos —, terno para os noivos, transporte até o local da cerimônia e uma festa coletiva para celebrar o momento. Tudo isso é possível graças ao apoio de diversas instituições parceiras da Sejus, que ajudam a tornar inesquecível o grande dia desses casais.
“Garantir o direito ao matrimônio civil, sem que o custo seja um obstáculo, é promover respeito e inclusão às famílias que constroem nossa cidade. A formalização do amor não deve ser vista como um privilégio, e sim tratada como um direito”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani.

