A governadora e candidata à reeleição ao Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP), recebeu nesta terça-feira (6) o apoio do deputado federal Alberto Fraga (PL) e de um grupo de apoiadores do ex-governador José Roberto Arruda.
A reunião contou com a presença de Fraga, colaboradores do parlamentar e lideranças ligadas a Arruda. Durante o encontro, o grupo declarou apoio à candidatura de Celina no segundo turno contra Leandro Grass (PT).
A adesão acontece no mesmo movimento de 2022, quando o PSD oficializou apoio a Celina após a candidatura de Arruda ser barrada pela Justiça Eleitoral. Agora, em 2026, parte da base arrudista volta a se alinhar com a atual governadora.
Em discurso, Celina agradeceu e destacou a união do grupo. “Fraga, este aqui é o seu povo, é o povo do Arrudão. Esse povo, esse povo trabalha. Não interessa aquele que chegou primeiro ou aquele que chegou agora, só interessa que todos chegaram e todos serão tratados da mesma forma. Porque assim que é um governo.”
Com forte tom religioso e de ataque ao PT, Celina afirmou: “Tudo acontece no momento certo. Deus sabe todas as coisas. A gente não pode falar que a gente acredita em Deus mais ou menos. Quem não acredita em Deus é o lado de lá. O lado de lá não acredita em Deus, mas na época da eleição eles viram evangélicos, carregando santa para todo o lado.”
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“Eles não gostam de segurança pública, eles odeiam policiais, mas na hora da eleição eles defendem a segurança pública. É esse o time que nós vamos brigar. É esse o time que nós vamos combater aqui no DF e no Brasil.”
A governadora também mirou diretamente no adversário Leandro Grass. “Isso demonstra a grandeza de saber que o PT não tem condição de governar o nosso estado, não tem competência para isso. O próprio Leandro Grass não sabe nem o que ele fala, ele vai para os debates e está na página da época do governo do PT, ele não consegue falar sobre isso. Ele não dá dados sobre segurança pública, ele não dá dados sobre saúde pública.”
“As piores greves da educação aqui foram na época do PT, os piores reajustes na educação foram na época do PT. Os piores índices de homicídio aqui em Brasília foram na época do PT. Eles esqueceram que tiveram um governador preso. Mas assim, lá no PT é normal, né? Você ser preso e depois você servir alguma coisa.”

