Distrito FederalEncontrou um animal silvestre em perigo no DF? Saiba como agir e quem acionar

Encontrou um animal silvestre em perigo no DF? Saiba como agir e quem acionar

Batalhão Ambiental orienta população a evitar capturas manuais e indica canais para resgate seguro

O crescimento das áreas urbanas e a proximidade com a vegetação do Cerrado fazem com que o encontro entre moradores do Distrito Federal e animais silvestres seja uma cena cada vez mais comum. Nesses momentos, a dúvida sobre como agir sem colocar em risco a própria segurança nem a vida do animal é frequente. Órgãos ambientais do DF orientam que a primeira regra de ouro é manter a calma e jamais tentar capturar ou encurralar o animal por conta própria.

Espécies como micos, tamanduás, cobras, tucanos e saruês costumam circular por regiões habitadas em busca de alimento ou abrigo. Ao avistar um espécime ferido, preso em grades, em situação de risco em vias públicas ou dentro de residências, a recomendação oficial é acionar imediatamente as equipes especializadas do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) ou do Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Riscos do manejo inadequado e canais oficiais de resgate

Tentar manusear um animal silvestre sem o devido treinamento e equipamentos de proteção pode desencadear reações agressivas de defesa, resultando em mordidas, arranhões ou acidentes graves. Além disso, o estresse provocado pela aproximação humana indevida pode agravar o estado de saúde do animal ferido. Em casos de filhotes aparentemente abandonados, a orientação é observar à distância antes de qualquer intervenção, pois as mães costumam se afastar temporariamente para buscar comida e retornam em seguida.

Para solicitar o resgate seguro no Distrito Federal, o cidadão deve entrar em contato com o Batalhão Ambiental da Polícia Militar pelo telefone 190. As equipes são treinadas para fazer o recolhimento adequado e encaminhar os animais para avaliação veterinária e reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), garantindo que eles possam retornar com segurança ao seu habitat natural sempre que possível.

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