O dólar encerrou esta segunda-feira (30) cotado a R$ 5,43, no menor valor de fechamento desde setembro de 2024, com recuo de 0,88% no dia e queda acumulada de quase 5% no mês. Segundo especialistas, a desvalorização reflete uma combinação de fatores: a disputa pela formação da Ptax de fim de mês e trimestre — usada como referência para contratos futuros — e a fraqueza global da moeda norte-americana, diante da expectativa de acordos comerciais envolvendo EUA, Canadá e União Europeia.
- Ministro anuncia renegociação de R$ 90 bilhões na 3ª fase do Desenrola
- Mudanças no perdão de dívidas e no teto do MEI: entenda as novidades
- Importações destinadas à pesquisa pública terão isenção de tributos
- Governo aloca R$ 6,49 bilhões para o setor de exportação
- Mega-Sena acumula e prêmio atinge R$ 200 milhões
Além disso, dados mais fracos do mercado de trabalho brasileiro, como os divulgados pelo Caged, aumentaram a percepção de arrefecimento da economia, o que pode aliviar pressões inflacionárias e fortalecer o real. No semestre, a divisa acumula queda de 12%, influenciada também pelo movimento de investidores que atuaram no câmbio para ajustar posições antes do encerramento do período.

