Distrito FederalCelina Leão lança Rede de Amparo a Mães Atípicas e plano contra violência no DF

Celina Leão lança Rede de Amparo a Mães Atípicas e plano contra violência no DF

Iniciativa do GDF busca acolher mulheres que cuidam de filhos com deficiência e criar forças-tarefas de segurança pública

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu um passo decisivo na ampliação das políticas sociais e de segurança pública. Em cerimônia oficial liderada pela governadora em exercício, Celina Leão, foram lançadas duas frentes de grande impacto para a população do DF: a Rede de Amparo a Mães Atípicas e o Plano de Enfrentamento ao Feminicídio e à Violência Doméstica.

As medidas visam preencher lacunas históricas no suporte a famílias que cuidam de pessoas com deficiência e, simultaneamente, endurecer o combate aos crimes de gênero na capital federal.

Apoio integral às mães atípicas

A criação da Rede de Amparo às Mães Atípicas responde a uma demanda antiga de milhares de mulheres no DF que dedicam suas vidas ao cuidado de filhos com neurodivergências, doenças raras ou deficiências severas.

O programa prevê uma estrutura de acolhimento que vai além da assistência à saúde dos filhos, focando no bem-estar físico e mental das próprias mães. Entre as ações integradas estão:

  • Atendimento psicológico especializado: Suporte emocional para lidar com a sobrecarga de cuidados.

  • Capacitação e inserção no mercado: Cursos voltados ao empreendedorismo e modalidades de trabalho flexíveis.

  • Rede de cuidados e descanso: Espaços onde as mães podem deixar seus filhos em segurança para realizar consultas médicas ou atividades pessoais.

“Cuidar de quem cuida é um dever do Estado. Essas mulheres muitas vezes abrem mão de suas carreiras e de suas vidas, e o GDF agora estende a mão para dar a dignidade que elas merecem”, destacou Celina Leão.

Plano para frear a violência doméstica

Paralelamente, o GDF anunciou um robusto plano de ação para conter os índices de violência doméstica e feminicídio. A iniciativa une as forças de segurança, o sistema de assistência social e o judiciário para criar uma barreira de proteção mais ágil e eficiente para as mulheres em situação de vulnerabilidade.

As principais diretrizes do plano incluem o fortalecimento dos canais de denúncia, a ampliação do monitoramento de agressores e o acolhimento imediato de vítimas e seus dependentes em abrigos sigilosos e assistidos.

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