Goiás & Entorno"Para tirar o PT do poder": Caiado escolhe Entorno do DF para abrir campanha à Presidência

“Para tirar o PT do poder”: Caiado escolhe Entorno do DF para abrir campanha à Presidência

Líder nas pesquisas locais, político cumpre compromissos em cidades goianas e rebate articulações partidárias sobre alianças.

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) deu a largada em seus atos oficiais de campanha por Goiás, estado que governou de 2019 até o início deste ano e onde lidera as pesquisas de intenção de voto. Acompanhado de correligionários e apoiadores, o candidato realizou uma caravana por municípios estratégicos do Entorno do Distrito Federal, passando por Águas Lindas de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental, encerrando a agenda em Luziânia.

Durante os discursos, Caiado enfatizou as motivações de sua candidatura e garantiu que, em caso de um eventual segundo turno sem a sua presença, não apoiará a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  “Estou disputando a eleição para tirar o PT do poder”, assegurou o candidato, reiterando sua postura de enfrentamento direto à atual gestão federal.

Disputa no campo de oposição

Ao defender seu histórico político, o ex-governador goiano afirmou ser o único nome com mandato no país que nunca esteve na base aliada do presidente Lula. Segundo ele, o primeiro turno servirá como um filtro definitivo para o eleitorado decidir quem reúne as melhores condições de enfrentar o governo no pleito decisivo.

Em conversa com jornalistas a respeito do desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas nacionais, Caiado pontuou os desafios que envolvem a escolha de um concorrente de oposição. “Não adianta lançar um candidato que, ao chegar lá, vai ter que ficar explicando seus problemas. Este não ganha a eleição”, declarou.

Caiado garantiu que, durante sua gestão à frente do governo de Goiás, entregou melhorias na segurança pública, na educação e na saúde. E destacou a importância dos eleitores analisarem as propostas dos candidatos para promover a responsabilidade orçamentária e o equilíbrio fiscal.

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