Nesta terça-feira (22), deputados distritais chancelaram indicação dele para ocupar o cargo
O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta terça-feira (21) em sessão ordinária, por 15 votos favoráveis e dois contrários, o nome do general Gislei Morais de Oliveira para presidir o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). A posse do novo presidente deve ocorrer ainda nesta quarta-feira (22).
Gislei foi indicado pelo governador Ibaneis Rocha e assume o cargo no lugar de Gilberto Occhi, que pediu exoneração em 30 de agosto. Durante esse período, o instituto vem sendo dirigido pela vice-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus.
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Votaram pela aprovação do general Gislei os deputados Arlete Sampaio (PT), Agaciel Maia (PL), Chico Vigilante (PT), Daniel Donizet (PL), Delmasso (Republicanos), Guarda Jânio (PROS), Hermeto (MDB), Iolando (PSC), Jaqueline Silva (PTB), Jorge Vianna (Podemos), Júlia Lucy (Novo), Professor Reginaldo Veras (PDT), Rafael Prudente (MDB), Reginaldo Sardinha (Avante) e Roosevelt Vilela (PSB).
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Votaram contra os deputados Fábio Félix (PSOL) e Leandro Grass (Rede). Não estiveram presentes na sessão os deputados Cláudio Abrantes (PDT), Eduardo Pedrosa (DEM), João Cardoso (Avante), José Gomes (sem partido), Martins Machado (Republicanos), Robério Negreiros (PSD) e Valdelino Barcelos (PP).
Compromissos assumidos
A ida do general Geisel Oliveira para a presidência do Iges-DF começou a ser consolidada no dia 3 de setembro, quando o Conselho de Administração do Instituto aprovou a indicação feita pelo secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, com o aval do governador Ibaneis Rocha.
Na última segunda-feira (20), por quatro votos favoráveis e um contrário, a Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) da CLDF validou a indicação encaminhada pelo Palácio do Buriti. Durante a sessão, que durou quase duas horas, o general defendeu o modelo de gestão do Iges-DF, rebateu críticas ao instituto e assumiu compromissos para enfrentar problemas pontuais apontados pelos parlamentares.
Na sessão, Gislei Oliveira assegurou que a gestão dele será pautada pela transparência e ética, dando ampla publicidade a todos os atos e contratos da instituição. Na área de recursos humanos, declarou não ter interesse em devolver servidores estatutários e que a contratação de celetistas seguirá o princípio da impessoalidade, conforme Manual de Contratação do instituto. Gislei fez questão de ler todas as normas contidas no documento.

