A presidente do IgesDF, Eliane Abreu, esteve nesta quinta-feira (29) na UPA do Núcleo Bandeirante para mais uma edição do projeto Em Pauta, reunião em que a direção do instituto sai da sede e vai ouvir as equipes nas unidades.
A conversa começou com os gestores locais e depois foi aberta aos demais profissionais. Na pauta, problemas da rotina: funcionamento da farmácia, climatização, sala de repouso, classificação de risco, atendimento a pacientes psiquiátricos e pessoas em situação de vulnerabilidade, além de contratação e escala de trabalho.
Ao abrir a reunião, Eliane afirmou que não pretende fazer gestão à distância.
“Eu não vou conseguir fazer gestão de trás da mesa, lá do meu computador. Preciso receber de vocês as demandas e entender o que conseguimos fazer para acelerar os processos”, disse.
Segundo o instituto, a ideia é ampliar a frequência desses encontros e trazer os profissionais para dentro das decisões. Para Tatiane Marra, do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna, a proposta é mapear realidades diferentes em cada unidade.
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Quem está na ponta viu a mudança com bons olhos. A biomédica Elisabete Abrão, analista do laboratório da UPA, que já passou por outras unidades do IgesDF, disse que se sentiu à vontade para falar.
“O que estou vendo hoje é surpreendente. A gestão está muito mais próxima e me sinto à vontade para falar, sem receio”, relatou.
Ao encerrar, Eliane reconheceu que nem todas as demandas têm solução imediata, mas afirmou que o canal de diálogo deve continuar aberto.

