Pré-candidata a deputada federal deu início ao Projeto de Lei do Executivo enquanto Secretária de Justiça e Cidadania do DF
A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira (7) o Projeto de Lei do Executivo que cria a advocacia dativa no DF. O texto foi construído pela então secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, hoje pré-candidata a deputada federal pelo PL/DF.
“Estive à frente desse projeto durante a minha gestão na Sejus. E vejo essa aprovação como uma grande conquista, porque vai ampliar o acesso da população à Justiça e valorizar o trabalho de tantos advogados em início de carreira”, comemorou.
LEIA TAMBÉM:
- Como os programas criados por Ibaneis Rocha têm mudado a vida dos brasilienses
- Plataforma de financiamento coletivo de Mendanha está disponível para receber contribuição
- Varíola dos macacos: capacitação reúne profissionais da América Latina
- Eleições 2022 | Ibaneis lidera todos os cenários, aponta pesquisa Real Time Big Data
A nova lei permite que a defesa judicial de pessoas que não tenham como pagar seja feita por advogados em início de carreira. Os honorários serão pagos pelo GDF — o projeto funciona em vários outros estados brasileiros, em complemento à Defensoria Pública.
- DF tem 24 bibliotecas públicas com horário até 22h; saiba onde encontrar
- Projeto aprovado no Congresso flexibiliza regras fiscais para benefícios e repasses a municípios
- Nova regra do Pix amplia prazo para contestar devoluções pelo MED
- Feijoada da Primavera terá edição beneficente na Candangolândia em setembro
- Anvisa autoriza importação de medicamento experimental para o piloto Lito
Na Câmara Legislativa, o projeto foi aprovado com 18 votos favoráveis e nenhum contrário.
O PL aprovado seguirá para sanção do governador Ibaneis Rocha e, posteriormente, será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.
Entenda
Os advogados dativos são profissionais nomeados pelo juiz para atuar em processos judiciais nas comarcas em que o número de defensores públicos é insuficiente para atender a população carente.

