Terminou nesta segunda-feira (14) o prazo para trocar candidatos a cargos majoritários nas eleições de 2026. José Roberto Arruda encerrou a janela sem indicar um substituto no TSE.
Conforme publicou o Metrópoles, o ex-governador segue com a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral e não apresentou um nome alternativo dentro do limite de 20 dias antes do primeiro turno.
A lei só permite a troca após esse prazo em caso de falecimento do candidato.
Arruda segue na liderança como o candidato mais rejeitado na disputa pelo governo do Distrito Federal. É o que mostra a pesquisa do Instituto Gazeta de Pesquisas (IGAPE) divulgada neste domingo (13).
Conforme pesquisa registrada, 19,0% dos eleitores afirmam que não votariam em Arruda de jeito nenhum, o maior índice de rejeição entre todos os candidatos. O levantamento foi contratado pela TV Atual, afiliada à Record News, e registrado no TSE sob o número DF-09945/2026.
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Arruda teve o registro indeferido com base na Lei da Ficha Limpa. O Ministério Público Eleitoral diz que ele está inelegível desde dezembro de 2018 e que o prazo vai até dezembro de 2030.
A defesa aposta na Lei Complementar 219/2025, que reduziu prazos e fixou teto de 12 anos para inelegibilidades, para tentar reverter a decisão no TSE e no STF.
Sem substituto registrado, a urna continua mostrando a chapa original. Se o recurso não for aceito, os votos em Arruda podem ser anulados, a depender do entendimento do TSE.
Nos bastidores, o PSD já fala em um plano B. O nome tratado como alternativa é o do empresário Paulo Octávio, que já foi vice de Arruda no governo do DF.
O primeiro turno acontece em 4 de outubro. Até lá, a campanha segue nas ruas e no horário eleitoral, mesmo sem definição sobre a validade da candidatura.

