A prisão do médico Ricardo Tavares, ocorrida no começo da semana passada, ainda é um assunto que ocupa os grupos de whatsapp
A prisão do médico Ricardo Tavares Mendes ganhou repercussão e gera diferentes opiniões no Distrito Federal. A ação foi executada na última terça (25), pela operação “Falso Negativo” do Ministério Público do DF. Componentes da alta cúpula da Secretaria de Saúde foram indiciados.
O médico ocupava a direção-geral do Hospital Regional de Planaltina. O servidor ocupou o cargo, após ser exonerado da ocupação de secretário-adjunto de Assistência à Saúde do DF. Tavares é mantido na carceragem da Polícia Civil do DF, mas pode ser transferido para a Papuda com os outros investigados.
Diversos profissionais da área da saúde, jurídica e administrativa manifestaram solidariedade ao médico em grupos de WhatsApp. Para os defensores, Tavares é “exemplo de retidão entre seus pares” e dizem ainda que o cirurgião é “uma unanimidade de competência e bom caratismo”.
Amigos do servidor afirmam ainda que Ricardo não tem antecedentes criminais ou administrativos no setor público. Membros do Comitê Distrital também já o elogiaram. O médico já havia sido convidado pelo desembargador Roberto Freitas a permanecer informalmente colaborando com o Órgão.
- Concessão da Rodoviária do Plano Piloto completa 1 ano de avanços
- Com festas juninas e Romaria de Trindade, SES-GO alerta: “Quem mais morre por influenza é quem não se vacinou”
- Celina Leão ativa complexo do Centrad e descentraliza serviços públicos para Taguatinga
- Terracap lança edital em Vicente Pires com financiamento sem banco em até 30 anos
- Lei Seca no Maio Amarelo: Detran-DF aplica mais de 4,3 mil testes de bafômetro em um mês
Segundo análises jurídicas, “as narrativas da denúncia estão embasados de forma rasa e calcadas nas atribuições regimentais de um gestor que assina documentos após passar por pareceres jurídicos”. As observações foram feitas por advogados que acompanham o caso.
Com informações de Radar DF


