Ocorrências serão feitas por formulário eletrônico
Os brasileiros ganharam mais um canal direto para denunciar empresas de telemarketing que insistem na prática abusiva no contato com o consumidor. Com a determinação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) de combater o problema, foi disponibilizado um canal na internet, onde a pessoa pode fazer a denúncia.

“No formulário eletrônico, os consumidores devem inserir, entre outras informações, a data e o número de origem da chamada com DDD (discagem direta a distância – quando houver), o nome do telemarketing ou qual empresa representa e se foi dada permissão para a oferta de produtos e serviços”, informou o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
LEIA TAMBÉM:
- Secretários dos 26 estados e do DF debatem ações para revitalização de bacias hidrográficas
- Ibaneis Rocha comemora chegada do 5G: ‘O incentivo à inovação e à tecnologia é bandeira levantada constantemente por nós’
- Comissão especial da Câmara aprova PEC que concede benefícios sociais
- GOVERNO IBANEIS: Vicente Pires se transforma com meio bilhão de reais em investimentos
Processo
Acrescentou que as denúncias serão apuradas pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e encaminhadas aos Procons (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de todo o país para que sejam analisadas e aberto eventual processo administrativo pelo descumprimento da medida.
- Gasto Brasil: despesas no país superam a marca de R$ 3 trilhões
- CNI: juros mais baixos levam indústria a buscar crédito nos Fundos Constitucionais
- Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,07, após queda de 0,10%
- Ibovespa fecha o último pregão aos 176.010,90 pontos, após queda de 0,37%
- Falta de controle financeiro em tempo real atinge 12,6 milhões de empresas no Brasil
No início desta semana, as atividades de telemarketing abusivo de 180 empresas brasileiras foram suspensas por decisão da Senacon e dos Procons. “A medida tem o objetivo de pôr fim às ligações que oferecem produtos ou serviços sem autorização dos consumidores”, explicou o ministério.
A decisão de suspender foi tomada com base na quantidade de reclamações registradas no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) e no portal consumidor.gov.br nos últimos três anos.

