O jornalista Renato Machado morreu na manhã desta quinta-feira, 16 de julho de 2026, aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada por familiares e pela Rede Globo, emissora onde o profissional trabalhou por mais de quatro décadas. O falecimento gerou imediata repercussão na imprensa brasileira, com dezenas de colegas de redação prestando homenagens ao ex-âncora do “Bom Dia Brasil”.
Colegas de bancada lamentam perda e destacam generosidade
Renata Vasconcellos, que dividiu a apresentação do “Bom Dia Brasil” com Renato por quase uma década, definiu o jornalista como um grande mentor em sua carreira. Ela afirmou que ele era um homem amigo, um farol em sua vida, que ensinou muito e era muito generoso. A apresentadora do “Jornal Nacional” também destacou o humor fino e a capacidade de argumentação do colega.
A jornalista Leilane Neubarth, parceira de Renato na bancada por sete anos, contou que havia conversado com ele por mensagens na última semana, logo após anunciar sua saída do jornalismo diário. Ela brincou sobre a diferença de estilos entre os dois, definindo o amigo como um lorde e um príncipe nos bastidores.
Renata Capucci e Ana Paula Araújo também manifestaram pesar. Capucci relembrou os plantões conjuntos e o período em que Renato foi correspondente em Londres, enquanto Ana Paula destacou que o jornalista era extremamente culto, apaixonado por música clássica e uma de suas maiores referências de apoio no início da carreira na TV Globo.
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William Bonner, editor-chefe do “Jornal Nacional”, resumiu o sentimento do setor editorial da emissora ao declarar que Renato Machado sempre foi um símbolo de serenidade, elegância e discernimento, cuja voz e experiência eram referências fundamentais para toda a equipe.

