Especialistas e meteorologistas do setor afirmam que não é possível associar diretamente os episódios recentes de ventania e rajadas intensas registradas no país à atuação do fenômeno El Niño. Segundo os analistas, esses eventos são provocados por dinâmicas atmosféricas locais e pela passagem de frentes frias comuns para o período, sem ligação direta com o aquecimento das águas do Oceano Pacífico.
O El Niño é conhecido por alterar os padrões globais de temperatura e precipitação, provocando secas severas em determinadas regiões e chuvas volumosas em outras. No entanto, os meteorologistas destacam que formações de vendavais, tempestades pontuais e rajadas de vento súbitas decorrem da interação entre massas de ar com diferentes temperaturas e pressões na atmosfera regional.
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A orientação dos órgãos de monitoramento é que a população e as autoridades locais fiquem atentas aos alertas meteorológicos de curto prazo divulgados pela Defesa Civil, que indicam os riscos iminentes de destelhamentos e queda de árvores provocados por essas variações atmosféricas pontuais.

