A economia em Goiás foi a segunda que mais cresceu no país, registrando alta de 4,8% no acumulado deste ano, de acordo com o Índice de Atividade Econômica (IBCR), medido pelo Banco Central e analisado pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB).
O número só está abaixo do registrado pelo Pará e representa o dobro da média nacional para o período, correspondente a 2,4%.
O cenário também é favorável no acumulado em 12 meses, quando Goiás atingiu 4,6% e ocupou a terceira posição no ranking nacional, enquanto o Brasil alcançou o índice de 2,5%. O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, afirma que os resultados se devem às políticas voltadas para o crescimento econômico.
“Os números refletem um conjunto de ações estratégicas adotadas pelo Governo de Goiás: responsabilidade fiscal, ambiente de negócios mais simples e seguro, incentivos ao setor produtivo. Também temos apostado fortemente em inovação, qualificação profissional e atração de novos empreendimentos”, destaca.
Na variação mensal interanual, que abrange a comparação entre outubro de 2025 e outubro de 2024, Goiás cresceu 4,7%, enquanto o país registrou um crescimento tímido de 0,4%. No ranking nacional, o Estado também ocupa o terceiro lugar.
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Já quando se trata de variação mensal com ajuste sazonal entre outubro de 2025 e setembro de 2025, Goiás chega a 2,7%, enquanto o Brasil apresentou queda de 0,2%.
Sobre o IBCR
O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), medido pelo Banco Central, é divulgado mensalmente. De acordo com a instituição financeira, ele permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve o quadro abrangente da economia.
O IBCR é baseado na Pesquisa Industrial Anual (PIA), Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e Produção Agrícola Municipal (PAM), entre outros.

