Distrito FederalIPVA 2026: saiba as datas de vencimento da sexta e última parcela no DF

IPVA 2026: saiba as datas de vencimento da sexta e última parcela no DF

Guia de arrecadação deve ser emitida pela internet; atraso gera juros e impede o licenciamento do automóvel.

Os proprietários de veículos automotores no Distrito Federal que optaram pelo parcelamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 devem quitar a sexta e última parcela do tributo a partir desta segunda-feira (20). O cronograma de vencimentos segue até a próxima sexta-feira (24), distribuído de acordo com o dígito final da placa de cada veículo.

Cronograma de pagamentos por final de placa

As datas de vencimento da última cota foram organizadas pela Secretaria de Economia do Distrito Federal para evitar sobrecargas nos sistemas de arrecadação. Os prazos estão distribuídos da seguinte maneira:

Os contribuintes que não receberam o boleto impresso ou precisam emitir a segunda via do Documento de Arrecadação (DAR) devem acessar o portal de serviços da Receita do DF ou utilizar o aplicativo Economia DF, informando o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).

Alíquotas aplicadas e arrecadação do tributo

O cálculo do imposto para o exercício de 2026 manteve as mesmas alíquotas cobradas nos anos anteriores. Os percentuais são de 3% para automóveis de passeio, caminhonetes e utilitários; 2% para ciclomotores, motocicletas, motonetas, quadriciclos e triciclos; e 1% para veículos de carga com lotação acima de 2.000 kg, caminhões-tratores, micro-ônibus e ônibus.

A Secretaria de Fazenda alerta que circular com o IPVA atrasado impede a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), deixando o motorista sujeito a infrações de trânsito e penalidades em fiscalizações. Além disso, o descumprimento dos prazos acarreta juros, multas e a possibilidade de inscrição do CPF ou CNPJ do proprietário na dívida ativa do Distrito Federal. A receita obtida com o imposto é destinada ao Tesouro Distrital para investimentos em setores prioritários como saúde, educação, segurança e infraestrutura urbana.

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