A governadora Celina Leão (PP) assumiu o comando direto da crise no Banco de Brasília (BRB) e anunciou que buscará o apoio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal para recuperar a instituição.
Ao definir novas diretrizes para o banco nesta segunda-feira (30), a gestora do Palácio do Buriti afirmou que priorizará a transparência e os resultados técnicos, descartando “guerras ideológicas” em favor da estabilidade econômica do Distrito Federal.
Gestão técnica e fim da guerra ideológica
Durante o lançamento do programa GDF Na Sua Porta, no Itapoã, Celina reforçou que a recuperação do BRB é uma prioridade de Estado que sobrepõe divergências partidárias.
Mesmo reafirmando sua trajetória no campo da direita, a governadora destacou que sua responsabilidade com a população exige diálogo institucional com a União. “Todas as ações que vierem a fortalecer o DF e a gente vier a pedir alguma coisa à União, nós faremos. O GDF não será conduzido por ideologia. Aquilo que precisar pedir ao presidente Lula e a qualquer um outro, eu pedirei. A população não espera uma governadora que faça uma guerra ideológica”, explicou.
O papel da Caixa Econômica na recuperação
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De acordo com o Metropoles, a governadora apontou a Caixa Econômica Federal (CEF) como peça-chave para o fortalecimento do BRB. Segundo Celina, a expertise da instituição federal pode auxiliar no saneamento do banco regional, uma estratégia que ela conduzirá sem “vaidades” políticas. “A Caixa Econômica Federal pode nos ajudar, pode ajudar o BRB. Minhas posições são claras, sou uma política de direita, mas tenho que saber o peso da responsabilidade da cidade”, afirmou a gestora.
Foco em transparência e resultados
A redefinição dos rumos do banco sob o protagonismo de Celina Leão foca em métricas rígidas de desempenho e clareza na gestão dos recursos. Para a governadora, a eficiência da instituição será o único critério de avaliação de sua conduta frente à crise. “A régua que serei julgada é realmente as condições da nossa cidade e a recuperação do BRB”, concluiu.

