O cenário político do Distrito Federal foi sacudido nesta terça-feira por mais uma onda de desinformação, prontamente rebatida pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Em resposta a rumores espalhados por canais de oposição, Ibaneis reafirmou sua pré-candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026.
Os boatos de que o governador desistiria do pleito ganharam força nos últimos dias, impulsionados pela repercussão do escândalo envolvendo o BRB-Master e a movimentação de partidos da oposição, que protocolaram pedidos de impeachment. No entanto, o emedebista tratou de encerrar as especulações, garantindo que o cronograma político segue inalterado.
O governador utilizou seus redes sociais para rebater a propagação de notícias falsas. Ibaneis destacou que o movimento é uma tentativa deliberada de desestabilizar o grupo político que lidera o DF em um momento de transição. “Mais uma vez, tenho acompanhado informações divulgadas por portais de notícias e outros canais de comunicação afirmando que eu não serei candidato ao Senado. Venho, de forma clara e objetiva, reafirmar minha pré-candidatura ao Senado pelo Distrito Federal”, declarou o governador.
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Diferente do que diz a oposição, o planejamento do Palácio do Buriti mantém o rito legal. Ibaneis prepara sua desincompatibilização para o início de abril, prazo exigido pela legislação eleitoral para que gestores em exercício possam disputar novos cargos.
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Com a saída de Ibaneis, a vice-governadora Celina Leão (PP) assumirá o comando do GDF. Celina já desponta como favorita nas pesquisas de intenção de voto, liderando com índices entre 30% e 35%, o que reforça a confiança do grupo na continuidade da gestão.
O chefe do executivo atribui os ataques ao reconhecimento de sua gestão, que completa sete anos com entregas em infraestrutura, saúde e educação. “Somos um governo sério, de trabalho, que tem, sim, o reconhecimento da população. Esse reconhecimento se reflete nas obras entregues e em tudo o que construímos ao longo dos últimos sete anos”, reafirmou Ibaneis, demonstrando que o foco permanece na disputa senatorial.
Analistas políticos enxergam na manobra uma tentativa de favorecer figuras do passado, como o ex-governador José Roberto Arruda, tentando confundir o eleitorado diante da aprovação de Ibaneis.

