O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) rejeitou, por unanimidade, o registro da candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) ao governo do Distrito Federal.
O placar foi de 5 votos a 0 pela rejeição do registro. A decisão foi proferida pelo plenário da Corte Eleitoral nesta quarta-feira (3).
Com a decisão, a candidatura de Arruda fica barrada pela Justiça Eleitoral do DF com base nas condenações por improbidade administrativa e na Lei da Ficha Limpa. Para o Ministério Público Eleitoral, o ex-governador permanece inelegível até 11 de dezembro de 2030.
Cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até que haja decisão na instância superior, o ex-governador pode continuar realizando atos de campanha.
- Nunes Marques solicita vigilância e senso crítico em relação às notícias no 2º turno
- Votação permite que eleitores utilizem itens que reflitam sua preferência política
- Justiça determina proibição de assédio eleitoral por rede de supermercados
- Nunes Marques rejeita pedido de autorização para transporte de eleitores indígenas
- Direitos de idosos e pessoas com deficiência no processo de votação
Em nota, Arruda afirmou que recebe a decisão com serenidade e que vai recorrer.
“Tenho confiança na Justiça e sei que ela vai fazer valer o que diz a legislação, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República, que me deixa elegível”, afirmou.
O ex-governador tenta voltar ao Palácio do Buriti ignorando o passado marcado pela Operação Caixa de Pandora, que o levou à prisão e à renúncia em 2010.

