O hospital executa o transplante de pele desde 2019, com fundação há 35 anos, o local recebe cerca de 3 mil pacientes por ano.
Para o chefe da Equipe de transplante de pele do Hran, Fernando Pontes, o procedimento
Etelvino e em outros pacientes, foi um sucesso. “Os bons resultados de recuperação são também reflexo da atuação multidisciplinar da unidade. Há diversas linhas de cuidado e olhares em busca de um objetivo único: a cura dos pacientes e a solução do problema”, afirma.
A capacitação é prioridade, para que dessa forma os profissionais de saúde ofereçam o melhor atendimento.“Conheci novas tecnologias de tratamento como matrizes de regeneração dérmica [da pele] e precisamos alcançá-las para incorporar aos nossos processos”, destaca o médico Pontes que, em junho, participou de um congresso sobre queimados na Irlanda.
O espaço dedicado a Queimados do Hran recebe por ano, cerca de três mil paciente. A população atendida passa por um acolhimento da equipe multidisciplinar, mesmo após a saida. Os pacientes podem contar com um grupo de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e o apoio da assistência social.
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