Roosevelt Vilela (PL) vai para o seu terceiro mandato de deputado distrital neste domingo (4). O número dele é 22193. A saúde, na boca do candidato, cabe em duas entregas e um projeto: a Tabela SUS Candanga, o Centro de Infusão Verinha e a obrigação de atendimento 24 horas em todas as regiões administrativas.
O fio comum é a espera. Vilela diz que o mandato se mede pela capacidade de diminuir essa espera. A Lei nº 7.897/2026 remunera a rede privada quando o SUS não tem vaga, com destaque para oncologia.
A audiência do centro de infusão recolheu pedido de poltrona e de horário. O projeto das UPAs mira quem não tem porta noturna na própria cidade. Nenhuma das três peças, isolada, encerra o problema. Juntas, são a plataforma que o gabinete leva à urna.
O candidato reconhece que dinheiro e regulamento dependem do Executivo. O papel que reivindica é o de criar a regra e cobrar a aplicação.
Pacientes ouvidos nas audiências permanecem como referência da campanha. A frase repetida é que tocar a dor das pessoas, pelo Legislativo, é a satisfação do mandato. No terceiro período, a meta declarada é regulamentar a tabela, concluir o nome e a estrutura do centro e avançar o texto das 24 horas.
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O número 22193 identifica esse pacote. Vilela afirma que saúde pública se faz com lei clara, fila menor e unidade aberta quando o caso não espera o dia seguinte.

