O subterrâneo da política do Distrito Federal se move e entra na guerra política; são atos antidemocráticas que deviam ser observados com mais atenção pelo Ministério Público e o Tribunal Regional Eleitoral
As Eleições 2022 mal começaram e no Distrito Federal antigas figuras que se movem no subterrâneo da política articulam fake news, com acusações infundadas, que os próprios documentos oficiais desmentem.
A verba pública, dos impostos do brasiliense, é o real objetivo de quem durante muitos anos foi agraciado com quantias milionárias e hoje tenta tomar o poder por meios antidemocráticos.
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) e e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) devem ficar de olho nessas movimentações, que nos bastidores já ganhou o apelido de “Operação Bezerros Desmamados”. O dinheiro público precisa ser preservado de predadores que se refastelaram em governos passados. E onde muitos foram para a cadeia ou são processados em escândalos de corrupção.
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O portal de notícias Imprensa Pública noticiou essa semana uma denúncia preocupante.
A reportagem do Imprensa Pública traz a história de figuras envolvidas em corrupção, que estriam de olho na publicidade do governo.
Segundo o portal, recentemente, o site Bsb Capital divulgou em sua página uma matéria na qual divulga o valor gasto pela publicidade do DF.
Na reportagem do Imprensa Pública, o portal afirma ter ido atrás para descobrir o que e quem estariam por trás de todo esse movimento. E chegaram a conclusão que os irmãos Pontes e a deputada federal Paula Belmonte seria as pessoas ligadas a essa movimentação.
Com o auxílio de um candidato a deputado distrital de extrema-esquerda, filiado ao PSOL, que também é auditor fiscal.

