O candidato ao Governo de Goiás Gustavo Mendanha (Patriota) propõe em seu plano de governo regionalizar o atendimento à saúde no Estado para descentralizar o serviço da capital e região metropolitana.
Atualmente, 95% dos atendimentos de alta complexidade são feitos em Goiânia, Anápolis e Aparecida, de acordo com o Ministério da Saúde.
Apenas cinco das 18 regiões de saúde possuem leitos gerais em quantidades suficiente para atender às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo que dessas, apenas duas possuem suficiência em leitos de Unidade de Tratamento Intensivo – UTI.
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O caso se agrava com o serviços de UTI neonatal, que só existem em Goiânia.
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A proposta de Mendanha é implantar cinco Complexos Hospitalares Regionais, sendo uma em cada macrorregião de saúde, com oferta de leitos clínicos, de psiquiatria, obstetrícia, pediatria, ortopedia e de atendimentos cardiológicos de alta complexidade e UTI.
As macrorregiões de saúde goianas estão divididas em sudoeste, nordeste, centro-oeste, centro-norte e centro sudeste.
Mendanha explica que a ideia é possibilitar atendimento de saúde à população de forma mais agil e próxima. “Hoje, por exemplo, se um cidadão sofre ataque cardíaco em Porangatu, ele precisa percorrer quase 400 quilômetros até Anápolis para receber atendimento. Quando é possível salvar a vida, normalmente fica com sequelas ocasionadas pela demora no atendimento”.
O complexo será estruturado a partir da realidade de cada região. Aquelas onde já existirem hospitais privados subutilizados poderão fazer parcerias com o governo para ofertar os serviços, assim como foi feito em Aparecida com a ampliação dos leitos de UTI a partir de uma parceria com os hospitais da cidade.
Em regiões onde não houver estrutura física, o governo investirá na construção das Unidades.
Essa proposta está contemplada no Programa de Governança em Saúde do Plano de Gestão, apresentada na noite desta segunda-feira (29) durante a propaganda eleitoral gratuita.
No video, Mendanha aparece em frente ao Hospital Municipal de Aparecida, o maior hospital público construído e gerido por uma prefeitura, e cita que ele e Maguito construíram em dois anos.

