O ex-governador José Roberto Arruda, sofreu uma nova derrota na Justiça em decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A sentença, assinada pelo juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública, impõe novas restrições legais e reforça a condição de inelegibilidade do político na cena eleitoral da capital.
A condenação baseia-se em irregularidades e atos ilícitos de desvio de finalidade administrativa cometidos durante a sua gestão à frente do Palácio do Buriti. A decisão estabelece as penas previstas na Lei de Improbidade Administrativa, que incluem a suspensão dos direitos políticos, o pagamento de multas civis e a obrigação de devolver integralmente o dinheiro aos cofres públicos.
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Conforme noticiou o portal Metrópoles, o procurador de Justiça Roberto Carlos Batista disse, durante o julgamento, que “corrupção não só é um mal que desgasta a credibilidade do Estado, interferindo em sua governabilidade e na democracia, como repercute na efetivação de direitos humanos sobretudo para os mais vulneráveis em áreas como saúde, educação, saneamento e meio ambiente, pois os recursos deixam de estar disponíveis para esses setores fundamentais”.
Com essa nova derrota na Justiça, Arruda permanece enquadrado nos critérios que impedem sua participação em disputas por cargos eletivos, esvaziando as tentativas de sua equipe de reverter restrições anteriores em tribunais superiores.

