A governadora Celina Leão, liderou uma articulação institucional decisiva que afastou definitivamente o fantasma do desemprego e da instabilidade no Banco de Brasília (BRB). Após uma audiência de conciliação conduzida pelo ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal (STF), foi consolidado um pacto histórico que viabiliza uma operação de financiamento de até R$ 6,6 bilhões voltada à capitalização da instituição pública regional, garantindo a segurança de milhares de famílias.
Imediatamente após o desfecho favorável na Suprema Corte, Celina Leão fez questão de dividir a conquista com o corpo técnico do banco durante uma emocionante carreata na Arena BSB Mané Garrincha.
Em um pronunciamento focado na valorização humana e no alívio da categoria, a governadora extinguiu qualquer rumor sobre cortes ou reestruturações agressivas. “Nós viramos essa página na data de hoje. Nós vamos caminhar firmes, porque o BRB é de vocês, o BRB é da população do Distrito Federal. E eu estou muito feliz de falar que uma mulher ajudou a mudar essa página”, declarou a chefe do Executivo local, sob aplausos dos funcionários. “Agora, vamos trabalhar, porque o emprego de vocês está garantido. Vamos cuidar dos nossos correntistas, do nosso banco e da nossa cidade. Hoje nós devolvemos definitivamente o BRB à população de Brasília.”
Proteção ao trabalhador e responsabilidade fiscal
A construção do acordo foi fruto de um intenso diálogo coordenado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) junto a órgãos federais estratégicos, incluindo a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Fazenda e a Secretaria do Tesouro Nacional. O processo também recebeu o aval do Ministério Público Federal (MPF), do Banco Central e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
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O modelo de financiamento pactuado respeita estritamente o teto estabelecido por resolução do Senado Federal e as normas de governança do FGC. Com o aporte bilionário, o BRB soluciona suas demandas regulatórias imediatas perante o Banco Central, o que blinda os planos de carreira interna e zera qualquer possibilidade de demissões em massa.
Além de proteger o sustento dos servidores, o novo arranjo administrativo terá como pilar uma fiscalização rigorosa. “O banco passou pelo momento mais difícil e retorna com compliance, com uma controladoria vigilante, responsável e comprometida”, destacou Celina Leão, pontuando que a eficiência de mercado andará de mãos dadas com o respeito ao funcionalismo.

