Previsão foi apresentada pelo secretário de Economia do DF em encontro com empresários e líderes do setor de vendas de gás
O Programa Cartão Gás, lançado no último dia 10 de agosto pelo Governo do Distrito Federal (GDF), deve injetar mais de R$ 24 milhões nas empresas de revenda do gás de cozinha até o fim do ano. O número foi apresentado pelo secretário de Economia, André Clemente, nesta terça-feira (17), a empresários e líderes do Sindicato das Empresas Transportadoras e Revendedoras de Gás LP do DF (Sindvargas-DF).
Por meio do programa, as famílias receberão R$ 100 a cada dois meses para a aquisição do botijão de gás de 13 kg. O programa tem previsão inicial de 18 meses e deve garantir segurança alimentar para mais de 70 mil famílias em situação de vulnerabilidade social.
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Durante o encontro, o secretário André Clemente destacou o caráter socioeconômico do programa, que, além de beneficiar famílias de baixa renda, deve reaquecer as vendas do setor de venda de gás, prejudicadas pela alta do preço do botijão durante a pandemia.
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“Precisamos olhar para as pessoas, especialmente na pandemia. Não são apenas números, são pessoas. Vocês são um elo muito importante de nossa economia e para este programa. Graças a esta união, vamos alcançar mais famílias, melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas, além de movimentar a economia”, afirmou.
O presidente do Sindvargas-DF, Janair Silveira, parabenizou a iniciativa da Secretaria de Economia em promover um encontro para debater o Cartão Gás e a participação das empresas: “Só temos a agradecer. Abre-se uma porta entre o governo e a categoria. Vamos buscar o maior número possível de revendedores para participar do programa.”
Segundo Silveira, cerca de 80% dos revendedores de gás do DF são de negócios familiares, micro e pequenos empresários. “São pessoas que precisam dessa venda que será garantida pelo GDF e que vai dinamizar o setor”, apontou.
Sérgio Costa, vice-presidente do sindicato, destacou a sensibilidade do governador Ibaneis Rocha, da Secretaria de Economia e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pela gestão do cadastro de beneficiados. “Foi pensado um programa que atende à questão social e beneficia a economia”, disse.

