Distrito FederalTrânsito no DF: saiba o que muda com o novo limite de 60 km/h na Ponte JK

Trânsito no DF: saiba o que muda com o novo limite de 60 km/h na Ponte JK

Medida faz parte de projeto de readequação viária; novos semáforos e faixas de pedestres serão instalados no local

Os motoristas que trafegam pela Ponte Juscelino Kubitschek precisam redobrar a atenção e pisar um pouco menos no acelerador. A velocidade máxima permitida nos dois sentidos da via JK foi reduzida de 80 km/h para 60 km/h. A mudança começou a valer na prática com o início da substituição das placas de sinalização vertical pelas equipes de trânsito.

A alteração no limite de velocidade faz parte de um plano de requalificação que visa transformar a via em uma avenida arterial. O principal objetivo da redução é garantir a segurança necessária para a instalação futura de novos equipamentos semafóricos e travessias de pedestres ao longo do trajeto.

Nas próximas semanas, o local também receberá intervenções na sinalização horizontal. Estão previstas a pintura de linhas seccionadas, faixas de bordo, áreas zebradas e a colocação de tachões para canalizar melhor o fluxo dos carros e pedestres.

Como fica a fiscalização e as multas?

Muitos condutores se perguntam sobre o funcionamento dos radares após a mudança. A barreira eletrônica, popularmente conhecida como lombada, que já operava limitando o tráfego a 60 km/h, continua funcionando da mesma maneira.

Já os radares fixos que antes fiscalizavam o limite de 80 km/h passarão por um processo de reprogramação técnica para se adequarem à nova realidade de 60 km/h. De acordo com as autoridades de trânsito do DF, haverá um curto período de adaptação educativa para os motoristas logo após a conclusão dos ajustes nos aparelhos, antes que as autuações por excesso de velocidade passem a ser emitidas de forma definitiva no novo patamar.

A instalação completa dos novos conjuntos semafóricos, que contam com botoeiras para os pedestres, e a demolição das muretas divisórias de concreto devem demorar um pouco mais, pois dependem de obras estruturais mais robustas na pista.

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